sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O Governo Paralelo de Dirceu


27/08/2011
às 9:01

O GOVERNO PARALELO DE DIRCEU. E DILMA SABE DE TUDO!

Dá pra entender o estresse de ontem de José Dirceu. A reportagem de capa da revista VEJA revela que membros do primeiro escalão do governo, dirigentes de estatais e parlamentares - INCLUSIVE UM DA OPOSIÇÃO - se ajoelham aos pés do cassado, a quem ainda chamam de “ministro” e prestam reverências. É isto mesmo: o deputado defenestrado, o homem processado pelo STF e acusado de ser chefe de quadrilha é tratado por figurões de Brasília como um chefão — o Poderoso Chefão. Dirceu está bravo porque a reportagem é devastadora para a reputação da República e deveria ser também para ele e para aqueles que fazem a genuflexão. Vamos ver. Uma coisa é certa: a presidente Dilma sabe de tudo; tem plena consciência de que seu governo é assombrado e monitorado — às vezes com tinturas claras de conspiração  — por um ficha-suja.
A reportagem de Daniel Pereira e Gustavo Ribeiro está entre as mais importantes e contundentes publicadas nos últimos anos pela imprensa brasileira. Ela desvenda o modo de funcionamento de uma parte importante do PT e os métodos a que essa gente recorre. E traz detalhes saborosos: podemos ver as imagens das “autoridades” que vão até o “gabinete” de Dirceu, montado no Naoum, um hotel de luxo de Brasília, onde se produz, nesse caso, o lixo moral da República. VEJA conseguiu penetrar no cafofo do  Muammar Kadafi da institucionalidade brasileira. Eis alguns flagrantes.
Dirceu chegando ao bunker. Pimentel e os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias: operação derruba-Palocci
Dirceu chegando ao bunker. Pimentel e os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias: operação derruba-Palocci
Anotem alguns nomes, cargos e dia do encontro:
- Fernando Pimentel, Ministro da Indústria e Comércio (8/6);

- José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras (6/6);
- Walter Pinheiro, senador (PT-BA) - (7/6);
- Lindberg Farias, senador (PT-RJ) - (7/6);
- Delcídio Amaral, senador (PT-MS) - (7/6);
- Eduardo Braga, senador (PMDB-AM) - (8/6);
- Devanir Ribeiro, deputado (PT-SP) - (7/6);
- Candido Vaccarezza, líder do governo na Câmara (PT-SP) - (8/6);
- Eduardo Gomes, deputado (PSDB-TO) - (8/6);
- Eduardo Siqueira Campos, ex-senador (PSDB-TO) - (8/6)

Esses são alguns dos convivas de Dirceu, recebidos, atenção!, em apenas 3 dias — entre 6 e 8 de junho deste ano. Leiam a reportagem porque há eventos importantes nesse período. É o auge da crise que colheu Antonio Palocci. Ele caiu, é verdade, por seus próprios méritos — não conseguiu explicar de modo convincente o seu meteórico enriquecimento. Mas, agora, dá para saber que também havia a mão que balançava o berço. Uma parte da bancada de senadores do PT tentou redigir uma espécie de manifesto em defesa do ministro, mas encontrou uma forte resistência de um trio: Delcídio Amaral, Walter Pinheiro e Lindbergh Farias - os três que foram ao encontro de Dirceu no tarde no dia 7. À noite, Palocci pediu demissão.
Dirceu, então, mobilizou a turma para tentar emplacar o nome de Cândido Vaccarezza para a Casa Civil. O próprio deputado foi ao hotel no dia 8, às 11h07. Naquela manhã, às 8h58, Fernando Pimentel já havia comparecido para o beija-mão. A mobilização, no entanto, se revelou inútil. Dilma já havia decidido nomear Gleisi Hoffmann.
VEJA conversou com todos esses ilustres. Afinal de contas, qual era a sua agenda com Dirceu? Gabrielli, o presidente da Petrobras, naquele seu estilo “sou bruto mesmo, e daí?”, respondeu: “Sou amigo dele há muito tempo e não tenho de comentar isso”. Não teria não fosse a Petrobras uma empresa mista, gerida como estatal, e não exercesse ele um cargo que é, de fato, político. Não teria não fosse Zé Dirceu consultor de empresas de petróleo e gás. Dilma não tem a menor simpatia por ele, e Palocci já o havia colocado na marca do pênalti. Mais um pouco de interiores?
Sérgio Gabrielli, Eduardo Braga e Devanir Ribeiro. Atenção! Este último é lulista...
Sérgio Gabrielli, Eduardo Braga e Devanir Ribeiro. Atenção! Este último é lulista...
Não está na lista de hóspedes. E a máfia
O governo paralelo de Dirceu ocupa um quarto no hotel Naoum. Seu nome não consta da lista de hóspedes. A razão é simples. Quem paga as diárias (R$ 500) é um escritório de advocacia chamado Tessele & Madalena, que também responde pelo salário de Alexandre Simas de Oliveira, um cabo da Aeronáutica que faz as vezes, assim, de ajudante de ordens do petista. Um dos sócios da empresa, Hélio Madalena, a exemplo de Oliveira, já foi assessor de Dirceu. O seu trabalho mais notável foi fazer lobby para que o Brasil desse asilo ao mafioso russo Boris Berenzovski. Essa gente sempre está em boa companhia. Foi de Madalena a idéia de instar a segurança do Hotel Naoum a acusar o repórter de VEJA de ter tentado invadir o quarto alugado pela empresa, mera manobra diversionista para tentar tirar o foco do descalabro: um deputado cassado, com os direitos políticos suspensos, acusado de chefiar uma quadrilha, montou um “governo paralelo”. A revista já está nas bancas. Leia a reportagem, fartamente ilustrada, na íntegra.
Abaixo, segue um quadro com todas as áreas de “atuação” do “consultor de empresas privadas” e “chefe de quadrilha”, segundo a Procuradoria Geral da República. Se Dilma não agir, será engolida. Poderia começar por demitir Pimentel e Gabrielli. Ou manda a presidente, ou manda José Dirceu.
dirceu-tentaculos
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Livros do Mec: Uma menina de 10 anos de idade é estuprada e gosta do estupro?

Roberta Close tem mais destaque em livro de História do que Juscelino Kubitschek, afirma senador do DEM

Desconstruindo a nação – O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) se sobressaiu ao fazer um pronunciamento da tribuna do Senado criticando a utilização de livros com conteúdo inadequado por parte do Ministério da Educação (MEC).
O parlamentar goiano explicou à reportagem do ucho.info o que o instigou a se aprofundar na leitura dos escabrosos títulos indicados e distribuídos à rede de ensino pública do Brasil. Demóstenes diz que leu os livros do MEC para conhecer a qualidade “didática” das obras avalizadas pelo ministério. “Foi muito desagradável, mas eu quis ler esses livros inclusive de história do Brasil, de Português. É um negócio escandaloso”, avaliou o senador.
“Veja só que Roberta Close, não é uma crítica pontual. A Roberta Close tem mais destaque no livro do que Juscelino Kubistchek, do que Dom João VI, quer dizer, que vulto histórico é esse que tem maior presença na história do Brasil.”
Quando se trata da avaliação de alguns contos, o senador é mais rigoroso na crítica. “Uma menina de em torno de 10 anos de idade é estuprada e ela gosta do estupro. Gosta de ser chamada de vagabundinha. Nós estamos perdendo o senso do ridículo”, ressalta. Na opinião de Demóstenes, é indecência o que se divulga nos livros destinados aos estudantes. “Não podemos de forma alguma aceitar que isso continue. Nós já pedimos uma audiência pública. O senador Pedro Simon quer discutir esse assunto, o senador Cristovão Buarque também porque são materiais didáticos distribuídos Brasil a fora.”
Demóstenes também analisa o impacto das obras. “Acabam gerando problema gravíssimo em termos de aprendizado e desvirtua completamente a educação ideologizada. Em muitos lugares há uma propaganda explícita do ex-presidente Lula. É uma tentativa doutrinária de reinventar o Brasil. A situação é terrível. Primeiro que quando se ensina ideologia não se ensina o essencial. Não se ensina matemática, Português, Literatura, língua estrangeira, não se ensina História do Brasil. Então, consequentemente, os alunos não se preparam para enfrentar a vida.”
Clique e confira no Blog do Senador Desmóstenes Torres reproduções de alguns trechos dos polêmicos livros adotados pelo Ministério da Educação.
http://demostenestorres.blogspot.com/p/livros-do-mec.html

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

MANIFESTO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DELEGADOS DA POLÍCIA FEDERAL

PRESIDÊNCIA

Nota de Esclarecimento:
Atuação da Polícia Federal no Brasil

12/08/2011 - 18:31

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal vem a público esclarecer que, após ser preso, qualquer criminoso tem como primeira providência tentar desqualificar o trabalho policial. Quando ele não pode fazê-lo pessoalmente, seus amigos ou padrinhos assumem a tarefa em seu lugar.
A entidade lamenta que no Brasil, a corrupção tenha atingido níveis inimagináveis; altos executivos do governo, quando não são presos por ordem judicial, são demitidos por envolvimento em falcatruas.
Milhões de reais – dinheiro pertencente ao povo - são desviados diariamente por aproveitadores travestidos de autoridades. E quando esses indivíduos são presos, por ordem judicial, os padrinhos vêm a publico e se dizem “ estarrecidos com a violência da operação da Polícia Federal”. Isto é apenas o início de uma estratégia usada por essas pessoas com o objetivo de desqualificar a correta atuação da polícia. Quando se prende um político ou alguém por ele protegido, é como mexer num vespeiro.

CARTA ABERTA AO PROF. JOÃO GABRIEL SILVA, MAGNÍFICO REITOR DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

CARTA ABERTA AO PROF. JOÃO GABRIEL SILVA,
MAGNÍFICO REITOR DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

José Carlos Aleluia, professor universitário, Membro da Comissão Executiva do Democratas e Presidente da Fundação Liberdade e Cidadania


      Na condição de professor universitário venho perante Vossa Excelência manifestar a minha perplexidade -- e porque não dizê-lo--, indignação, diante da concessão do título de doutor honoris causa, pela instituição que ora Vossa Excelência representa, ao ex-Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

     Tomando como referência o significado que tem, para nós brasileiros, a Universidade de Coimbra, entendo que a iniciativa destoa aberta e completamente de toda a sua tradição. Aprendemos que as personalidades que lideraram o processo da Independência e que assumiram os destinos do novo país --a começar do Patriarca, José Bonifácio-- formaram seu espírito na Universidade de Coimbra. Aplaudimos com entusiasmo a concessão daquele título a ilustres representantes da contemporânea cultura brasileira, a exemplo do saudoso Miguel Reale. Em eventuais excursões a Portugal, todo membro da comunidade acadêmica brasileira sente-se no dever de conhecer a instituição que consideramos parte integrante de nossa história.

Reflexão

"Quando voce perceber que para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo subôrno e por influência, mais que pelo trabalho; que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de nós. Quando perceber que a corrupção e recompensada,e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem ter medo de errar, que sua sociedade está condenada."
Ayn Rand (Judia fugitiva russa que  chegou aos EUA em 1920).

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Lula foi à lona em Bogotá


O pastelão encenado no picadeiro do Circo do Planalto por Dilma Rousseff, Nelson Jobim e Celso Amorim acabou ofuscando o fiasco do palanque ambulante em Bogotá, onde fez escala na quinta-feira passada para animar um encontro entre empresários brasileiros e colombianos. Lula estava lá para discorrer sobre as relações entre os dois países. No meio da discurseira, resolveu discutir a relação com Alvaro Uribe. Foi nocauteado no primeiro assalto.

Não se preocupe, seu guarda. Eu tranquei o carro


Por  João Mellão Neto - O Estado de S. Paulo - 12/08/2011 

Em russo, espanhol e inglês - para que todos pudessem compreender - havia, no aeroporto de Havana, a seguinte mensagem: "Cuba é uma nação livre, soberana e independente. O governo é democrático, revolucionário e comunista. Aqui não há fome, exploração ou injustiça social. Não admitimos prostituição, drogas ou qualquer outra forma de depravação inerente ao capitalismo. Numa sociedade em que todos são iguais, não ocorrem furtos, roubos ou corrupção".
Isso me foi contado por entusiasmados colegas de faculdade na década de 1970.
Texto completo

terça-feira, 5 de julho de 2011

Madraçal do Planalto

REVISTA VEJA – 06.07.2011


Um dos símbolos da luta pela democracia durante o regime militar, a Universidade de Brasília tornou-se reduto da intolerância esquerdista.

A ditadura que não está nos livros de história

Texto do Millor Fernandes muito irônico, que compara o tempo da ditadura com a "democracia" atual.

SÓ PARA MANTER NA MEMÓRIA ESTA GRANDE VERDADE JÁ VEICULADA HÁ ALGUM TEMPO !
Militar é Incompetente demais!!!
A Preocupação olha em volta, A Tristeza olha para trás, A Fé olha para cima.

Militares, nunca mais !
Millôr Fernandes

Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um
PT sério, honesto e progressista. Cresce o grupo que não quer mais ver
militares no poder
, pelas razões abaixo.


Militar no poder, nunca mais. Só fizeram
lambanças.

Tiraram o cenário bucólico que havia na Via
Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí
com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes
provocados pelos buracos na pista.

Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia
Rio-Juiz de Fora.

Com a construção da ponte Rio-Niterói,
acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da
Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao
outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de
carros.

Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo
infundado de que o petróleo vai acabar um dia. Para apressar logo o fim
do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que
passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou
a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram
a ter com o uso do álcool.

Enfiaram o Brasil numa disputa estressante,
levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª,
trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.

Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões
de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego,
ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".

Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou
a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça
completa.

Com gigantesca oferta de empregos, baixaram
consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de
estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem
completamente a graça.

Alteraram profundamente a topografia do
território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas
(Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças
a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos. O Brasil, que antes
vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que
tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo
seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.

Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio,
Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a
vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.

Baniram do Brasil pessoas bem intencionadas,
que queriam implantar aqui um regime político que fazia
a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se
reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair
a passeio para nenhum outro país. Foram demasiadamente rigorosos com os
simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma "bombinha de São
João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns
inocentes morreram de susto apenas.

Os militares são muito estressados. Fazem
tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos,
sequestros de diplomatas.. .. ninharias que qualquer delegado de polícia
resolve.

Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que
os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses
deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.

Inventaram um tal de FGTS, PIS e PASEP, só
para criar atritos entre empregados e patrões. Para piorar a coisa, ainda
criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais
ainda o poder desses empregados contra os seus patrões. Nem o homem do
campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre
coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom
imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.

Outras desgraças criadas pelos militares:
Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um
Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que
inventou o sistema PAL-M.

Criaram a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II;
INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM. Tudo isso e muito mais os militares
fizeram em 22 anos de governo.

Depois que entregaram o governo aos civis,
estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os
militares fizeram.

Graças a Deus!

Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os
militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para
dizermos: "Militar no poder, nunca mais!!!", exceto os domesticados.

ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARES CONSEGUIU FICAR RICO.
ETA INCOMPETÊNCIA!!!
Faltou citar que na época dos militares não existia "bolsas vagabundos", cotas para incompetentesetc. Havia, e muitas, bolsas com munição contra o bando que tentava impor o regime comunista do Brasil!!!!

Polêmica do "livro que ensina português errado": quanto custou!!

Aí vão alguns dados que foram difundidos em 18 Mai 2011 pelo Boechat no programa da CBN.
 
O famigerado livro que foi escrito por HELOISA RAMOS e que nos "ensina" a maneira correta de falar o português, foi vendido para o MEC pela quantia de R$ 5 000 000,00 ( cinco milhões de reais ) pela ONG Ação Educativa e a autora do livro recebeu nada mais nada menos que R$ 700 000,00 ( setecentos mil reais ). Quase R$ 1.000,00 por livro!
 
Este livro foi feito no desgoverno do lula e, provavelmente, com a finalidade de justificar a maneira corretíssima como o mandatário desta pobre nação se expressava.
 
Consta que nem o Paulo Coelho nunca recebeu tanto dinheiro pela venda de um livro !!!!!
De quem será esta ONG ?




abe quanto me disseram que cust (a) /(rá) /(ou) para o Estado o livro do português do Lula? Aquele do nóis vai e a gente fumos!
Quase R$ 1.000,00 por livro!
Acredite se quiser!
Abraço
PC


“NÃO QUERO APRENDER ERRADO”
Alunos do Rio querem aprender a forma culta da língua. 
São unânimes: estão em salas de aula para aprender o certo. “Prefiro ser corrigida na aula a sair por aí falando errado”, diz uma aluna. Outro aluno disse que fala “nós vai” e “a gente sabemos” e que já foi corrigido dentro da sala de aula. Mas ressaltou que o “mico” não o fez querer falar diferente das “pessoas que sabem das coisas”. “Fui corrigido algumas vezes e todo mundo na sala riu. Sou zoado, mas prefiro falar como os outros que sabem”.
 
Então fica a pergunta? Lula é exemplo para quem? Sua burrice não é exemplo para ninguém, nem mesmo para os mais humildes. O único jeito de nos defendermos desses ordinários é dizendo NÃO a este crime contra a educação.
 
O MP tem que processar o MEC. – IG